Maria Cristina Oliveira Bruno
(Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo)
Fabiana Comerlato
(Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
Carlos Alberto Santos Costa
(Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
Paulo Otávio de Laia
(Universidade Federal de Ouro Preto)
Ana Carolina Motta Rocha Montalvão
(Universidade Federal de Minas Gerais)
Camila Azevedo de Moraes Wichers
(Universidade Federal de Goiás)
Mario Junior Alves Polo
(Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Diego Lemos Ribeiro
(Universidade Federal de Pelotas)
Alejandra Saladino
(Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)
Maurício André da Silva
(Universidade de São Paulo)
Mara Lúcia Carrett de Vasconcelos
(Universidade Federal da Bahia)
Journal: Revista de Arqueologia
•
• Sociedade de Arqueologia Brasileira
• ISSN: 0102-0420
Abstract
O presente artigo apresenta diferentes narrativas sobre os trajetos da Rede de Museus e Acervos Arqueológicos e Etnográficos (REMAAE) no país, criada em 2008. Por meio da coleta de relatos e informações de diversas ordens entre suas/seus coordenadoras/es e integrantes, e da análise de publicações, artigos e documentos da Rede, exploramos os antecedentes dessa articulação, seus reposicionamentos e agendas ao longo do tempo, bem como os desafios identificados no presente, que possam orientar ações futuras. A perspectiva oferecida pelo campo da Memória Social permitiu, ademais, valorizar e reproduzir algumas das características mais pungentes da articulação de seus membros, como a polifonia e a não-hierarquização das áreas disciplinares de formação.
Maria Cristina Oliveira Bruno, Fabiana Comerlato, Carlos Alberto Santos Costa, et al. (2020). "Resiliência do devir". Revista de Arqueologia. https://doi.org/10.24885/sab.v33i3.844